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Sanitização em escolas: como realizar e qual sua importância?

Mais saúde e proteção para todos- Entenda a necessidade e os benefícios de realizar sanitização em escolas públicas ou particulares

Ainda que grande parte das instituições de ensino da rede pública e particular de São Paulo estejam de portas fechadas por conta da pandemia, a sanitização em escolas é uma medida preventiva que os diretores já devem considerar.

As crianças e adolescentes passam a maior parte do dia nas salas de aula durante a semana, ambiente que carrega uma quantidade assustadora de bactérias: cerca de 50 vezes mais do que em salas vazias.

É por esse e outros motivos que a sanitização em escolas se faz extremamente necessária, porque com ela, é possível eliminar o risco de infecções, alergias e irritações. Além é claro, do temido coronavírus.

Mas o que é Sanitização em escolas e para que serve?

Se você trabalha em instituições de ensino, faculdades ou escolas, este conteúdo é para você. Dedique um tempo para entender a importância deste método preventivo que pode salvar vidas. Acompanhe!

A sanitização é o processo de redução de agentes infecciosos e críticos em níveis considerados seguros para a saúde pública. O método de eliminação de microrganismos patogênicos é feito através de produtos químicos, como desinfetantes e sanitizantes, para garantir a biossegurança do local.

Uma das boas práticas de aniquilação dos agentes nocivos à saúde humana é seguir os parâmetros legais descritos nos rótulos dos produtos homologados pela ANVISA.

Ao sanitizar um ambiente, você protegerá os colaboradores, os alunos e o público que o frequenta por meio do recurso mais eficaz e seguro de limpeza.

Por que realizar a sanitização em escolas?

Naturalmente, as escolas são locais com alto fluxo de pessoas por praticamente toda sua estrutura. As salas de aula concentram ainda mais pessoas em um mesmo ambiente, algumas podem comportar até quarenta alunos, sem contar a professora e talvez, os auxiliares.

Mesmo com uma limpeza frequente, pode ocorrer o acúmulo de fungos, mofos e bactérias nesses ambientes. E com o passar do tempo, essas colônias de microrganismos vão se desenvolvendo e se tornando capazes de afetar seriamente a saúde dos alunos e professores.

Assim, para reduzir os riscos sanitários, é imprescindível realizar a sanitização em escolas com a frequência recomendada. Com atenção especial ao momento delicado o qual vivemos hoje.

Para criar um ambiente mais saudável e seguro, é importante que os pais e diretores tenham a consciência de que a sanitização em escolas é o recurso ideal para a saúde de todos.

Como é feito o processo de sanitização em escolas?

Inicialmente, o processo de sanitização em escolas foca na remoção de grandes partículas, como areia e pó. Semelhante à sanitização de qualquer outro local, o método se inicia por uma limpeza cautelosa nos espaços gerais de forma a prepará-los para os procedimentos seguintes.

Ambientes como cozinhas e cantinas, é necessário retirar todo o resíduo antes do início da sanitização. Isso porque, a presença de gordura pode dificultar a ação imediata dos sanitizantes devido às ações dos lipídeos e proteínas.

Após o reforço da higienização e limpeza, os profissionais especializados devem aplicar produtos sanitizantes adequados para cada tipo de ambiente dentro da instituição. Os componentes deste grau de limpeza são desenvolvidos para exterminar qualquer vestígio de microrganismos.

A aplicabilidade da sanitização em escolas é executada através de pulverizadores ou nebulizadores, equipamentos próprios de controladoras de pragas, por exemplo. Cada local vai exigir um nível de aplicação, portanto, é essencial contar com profissionais qualificados e devidamente equipados para sanitizar a estrutura da instituição, isoladamente.

Os sanitizantes variam de acordo com os ambientes

Imagem: Reprodução.

Você sabia? Até o momento, não existem restrições de produtos químicos (sanitizantes) que podem ser utilizados em escolas. Mas é necessário estar atento como devem ser aplicados de acordo com as condições dos ambientes.

No mercado, há sanitizantes com base em iodo, que possuem forte coloração capaz de manchar as superfícies.

Nas cozinhas, o ideal é evitar produtos que deixam resíduos de odor. Justamente pelo fato de se espalhar por todo perímetro e impregnar nos alimentos, o que pode causar sérios problemas à saúde humana. Nesses casos é recomendado utilizar sanitizantes à base de álcool.

Já nos pátios e nas salas de aula, especialistas indicam o uso de produtos à base de cloro para agir com eficácia no foco bacteriano e de esporos. O efeito pode se intensificar conforme o tempo de ação e contato com o elemento a ser limpo.

Agora, cadeiras, carteiras e demais móveis devem ser sanitizados por álcool. Porque além de não deixar resíduos, o álcool não oferece risco de alergias no público, especialmente em crianças.

Para escolher o tipo de sanitizantes mais adequado é necessário entender as exigências de cada ambiente, o volume de pessoas que frequentam e quais atividades são executadas nele.

Os benefícios da Sanitização em escolas

– Redução do risco de contaminação cruzada entre alunos;

– Prevenção de crises alérgicas e doenças infecciosas;

– Eliminação do odor causado pela contaminação microbiológica;

– Duração do efeito residual de até seis meses;

– Diferencial competitivo para a instituição perante as demais.

As ameaças invisíveis podem estar por todos os lados. Proteja-se contra os mais diversos tipos de vírus. Faça a sanitização em escolas e coloque a saúde dos professores, alunos e pais em primeiro lugar!

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